



APESAR DE, ULTIMAMENTE, EU ESTAR MAIORITARIAMENTE EM *SILENCIOS*, JAMAIS ME ESQUECO DE SI* AMIGA BETANIA*****!
E'-me contudo dificil escrever e expressar o meu sentir, por isso me remeto ao SILENCIO!
Desejo-LHE UM DIA PLENO DE ALEGRIAS, ROSAS, SAUDE, PRENDAS E, PRINCIPALMENTE COM AS MAIS IMPORTANTES PRENDAS QUE A VIDA LHE OFERECEU: SUAS LINDAS FILHAS******!
PARABENS, MINHA AMIGA******!
SEJA FELIZ E, PERDOE MINHAS "APARENTES NEGLIGENCIAS"!
E, como eu estou POBRE de palavras, vou deixar-LHE ALGUMAS, BELISSIMAS, DE ALGUNS DE MEUS QUERIDOS AMIGOS********!
FELIZ ANIVERSARIO********!
Sua, Heloisa
PS: GRATA AQUELES A QUEM "FURTO" AS *PALAVRAS********!!!!!
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FOTO DE BATH******
PINTURA DE MINHA AMIGA ANA MAGALHAES/VALENTINA
E ROSAS PARA SI*, ENCONTRADAS NA NET*!
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******ASAS DE PASSARO******
Por João Batista do Lago
Preciso das asas de pássaro
Para viajar minha eternidade
Ser companheiro do tempo
Vagar como a luz
Até encontrar os mundos
- diaspóricos mundos –
Mas que me talham em cada dia
Nascido de cada noite
Preciso das asas de pássaro
Para encontrar o amor sem tortura
Amá-lo como se ama a liberdade
Do ar que sustenta os corpos
Num equilíbrio de vadias perenidades
- anárquicas vadias perenidades –
Mas que me talham na alma
A consciência superior de querer-te
Preciso das asas de pássaro
Para ser o sujeito do ser
Assegurar as doidivanas virtudes
Desde o primeiro tempo… Desde a primeira luz…
Até encontrá-las loucamente amantes
- eternamente amantes –
Mas que me talham de toda Justiça
E de mim possam transcender-se
Preciso das asas de pássaro
Para seguir meu caminho errante
Ser eterno companheiro da vida
Com olhos e amor (de eterno amante)
Que se entregam às virgens do saber
- mistéricas virgens do saber –
Mas que me talham na alma a
Gênese da consciência e da justiça… E do amor
******************************************************AQUI:
http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/2007/02/13/asas-de-passaro/
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*****DA PALAVRA*****
De palavras
nasci das pedras
fui nomeada barro.
Cultivada, cresci
menina
mármore
Ana
argila
formei-me areia
deste vaso-vidro
nesta plena esfera.
Pequenina, bailei
nos jardins de letras
como pétalas
de borboletas no papel.
E cirandava rasa
entre as partituras
e a lágrima solta ao vento
sem julgamentos.
Assim, enfeitei meu vestido
perfumei os cabelos
beijei-te o lábio
na margem de teu vôo.
Do pistilo saboreado
quase fiz um fruto nomeado.
Quase...
Lamento arcano
das janelas molhadas
escorrem os nomes
deste mel silenciado.
Quase um ônix estilhaçado.
Quase...
Uma história de polens
orquestrados.
Quase aspirou o cio castanho
semeado
no nanquim que tudo diz
da pincelada que quase...
quase secou.
Ana Magalhães
*********************AQUI:
http://valentinadecrepax.multiply.com/journal
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I.
Estes extremos dos dias
[cuja palavra é muda]
envolvem o tempo
[o silêncio]
&
como se outrora
a sombra
fosse agora.
Outros os tempos,
alguidares serenos.
Outras,
as febres
[antigas]
das terras.
E eras.
II.
.......................................................
Quem eras, então? Suma
sombra d’espera
[A Esfera]
q reina só & férrea
q sabe a mó & clama
q olvida o pó
[& cálamo]
O Tempo d’spanto
& da entrega
[canto? acalanto?
lento contínuo]
como se fora
.................................................
Teu nome.
III.
Mas a espera é sempre
como grades infindas.
É como a fome; ainda,
como a face breve,
[d’esquecimento]
o barro vertido
da sombra deste nome:
senso invertido
violável: desmembrado
[pelos cavalos míticos q ferem espaço, de cujas patas ácidas q ferem o solo. nenhum movimento é possível ou capaz. nada nasce sob o foco viral de tua prece. abandono dos gestos, restam as quimeras – e no espelho, a face se nega. não sou o outro que se assemelha a mim, nem sequer o sonho do outro: apenas o rasgo néscio, o movimento ínfimo, a solidão – esta pantera]
Mas & mais:
as águas q vertem sobre o solo
formam o ímpar da criação:
o q nada é, q és e sou:
sonho das formas sombrias
da Foice.
*****************AQUI:
http://ulanin.multiply.com/journal/item/29
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faltaram estrelas
Um beijo assim,
de uma forma a toa,
quase boca
meia noite
meio louca
A noite é clara
como sol eclipsado.
Apaixonado calor em cor
decorado de batom...
Um brilho tombado como pó por pouco estrela, faz-se sina meio-fio frio reluz seduz e guia... Esguia.
Marcado!
E a poesia se faz louca...
Fez-me todo
solitário desta
corte
Neste corte quero norte,
morte não dá tempo.
Invento um desalento...
[Desatento
Minhas lágrimas
águas ao rio.
Asfalto
sobressalto
assalto!
Um caco estilhaço de mercúrio fura a cena — corte vazio instintivo na cadência som ao longe fumaça perto... Cigarro — um carro passa rápido e...
Ouço longe; salto alto
fim de lua.
Vestida assim
de nua:
que nomes têm?
Livre como lábios em palavras não faladas; livro escrito em silêncios madrugados — perpassadas em romances antes nuances... Beijos prometidos tidos em ti guardados escapam furtivos certeiros; canteiros alcoviteiros e ainda assim será:
Um desdém
olhar
Um trejeito,
jeito teu
andar...
Como dança,
danço!
Canto de encanto
acalanto.
Um tango calado
— noite é...
Paulo de Carvalho
*****************AQUI:
http://monasterion.multiply.com/journal/item/74
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RENOVO OS PARABENS A BETANIA********, ESPERANDO QUE GOSTE DAS MINHAS ESCOLHAS_TERIA MUITAS MAIS, MAS, ISTO FICARIA "GIGANTE" E EM GERAL, NINGUEM GOSTA DE "POSTAGENS GIGANTES"!
E... RENOVO, TAMBEM, MEU PEDIDO DE DESCULPAS AOS *FURTADOS*!!!!!!
MEU ABRACO A TODOS********!
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